Pronomes: palavras que vão antes ou no lugar dos nomes.
Ex: Ele, ela, isso tudo, me, mim, o, a.
Obs: os pronomes são usados para que não haja repetição de palavra.
Preposições: palavras ou expressões que ligam orações.
Ex: a, ante, até, após, com , contra, de , desde, entre, para, por, perante, sem sobre, sobe, trás.
Conjunções: palavras invariáveis que servem para ligar orações.
Advérbios: palavras ou expressões qie indicam circunstâncias de tempo, lugar, modo, negação.
Ex: Hoje, ontem, amanhã, de manhanzinha de madrugada/aqui, lá/nas ruas das cidades etc.
Livro Ração Para Cobras
O livro Ração Para Cobras do autor joinvilense Rodrigo Schwarz e com ilustrações de Fábio Abreu trata-se da história de um gato preguiçoso que preferia tirar um cochilo ao invés de se aventurar lá fora, ele nunca saiu de casa nem mesmo teve vontade de explorar a vizinhança.
Até que um dia Sardinha como era chamado decidiu dar um voltinha no seu vizinho, lá encontrou um velho gato falastrão, ele falou que Sardinha não era o bicho de estimação preferido dos seus donos e sim que havia outro animal escondido em sua casa, segundo ele havia um réptil rastejante e louco para comer um gato suculento.
O velho gato aconselhou-o a procurar outro lar. Sardinha muito curioso saiu para encontrar um nova casa. Mas não tinha ideia que isso iria mudar tanto a sua vida.
Opinião:
Esse livro é muito interessante, quando o peguei fiquei intrigado com o titulo. Conforme você lê o livro cada vez mais você quer saber o que vai acontecer em seguida.
O livro não é entediante sempre tem alguma coisa para descobrir isso faz com que a pessoa que está lendo não se canse.
Até que um dia Sardinha como era chamado decidiu dar um voltinha no seu vizinho, lá encontrou um velho gato falastrão, ele falou que Sardinha não era o bicho de estimação preferido dos seus donos e sim que havia outro animal escondido em sua casa, segundo ele havia um réptil rastejante e louco para comer um gato suculento.
O velho gato aconselhou-o a procurar outro lar. Sardinha muito curioso saiu para encontrar um nova casa. Mas não tinha ideia que isso iria mudar tanto a sua vida.
Opinião:
Esse livro é muito interessante, quando o peguei fiquei intrigado com o titulo. Conforme você lê o livro cada vez mais você quer saber o que vai acontecer em seguida.
O livro não é entediante sempre tem alguma coisa para descobrir isso faz com que a pessoa que está lendo não se canse.
Escrita
Escrita ou grafia consiste na utilização de sinais (símbolos) para exprimir as ideias humanas. A grafia é uma tecnologia de comunicação, historicamente criada e desenvolvida na sociedade humana, e basicamente consiste em registrar marcas em um suporte.
Como meio de representação, a escrita é uma codificação sistemática de sinais gráficos que permite registrar com grande precisão a linguagem falada por meio de sinais visuais regularmente dispostos; óbvia exceção a esta regra é a bastante moderna escrita Braille, cujos sinais são táteis. A escrita se diferencia dos pictogramas em que estes não só têm uma estrutura sequencial linear evidente. Existem dois principais tipos de escrita, a baseada em ideogramas, que representa a conceitos e a baseada em grafemas, que representam a percepção de sons ou grupos de sons; um tipo de escrita baseada em grafemas é a alfabética.
As escritas hieroglíficas são as mais antigas das escritas propriamente ditas (por exemplo; a escrita cuneiforme foi primeiramente hieroglífica até que certos hieróglifos obtiveram um valor fonético) e se observam como uma transição entre os pictogramas e os ideogramas. Nos tempos modernos a escrita hieroglífica tem sido deixada de lado, existindo então atualmente dois conjuntos de escritas principais: as baseadas em grafemas (isto é, escritas cujos sinais representam a percepção de sons) e escritas ideogrâmicas (isto é, escritas cujos sinais representam conceitos, "ideias"). Do primeiro conjunto, o das escritas grafêmicas destacam, segundo a extensão atual de seu uso, as escritas românicas (baseadas no alfabeto latino), arábicas (baseadas no alfabeto arábico), cirílicas, hebraicas (baseadas no alfabeto hebraico), helênicas (baseadas no alfabeto grego), hindus (geralmente baseadas no devanagari) e e em menor medida as escritas alfabéticas armênias, etiópicas (abugidas baseadas no ghez), coreanas, georgianas, birmaneses, coptas etc. As escrituras glagolíticas e gótica têm caído em desuso.
Mesmo que, habitualmente, a função central atribuída à escrita seja a de registro de informações, não se pode negar sua relevância para a difusão de informações e a construção de conhecimentos. O avanço das novas tecnologias e as interações entre diferentes suportes (por exemplo, papel, tela) e linguagens (verbal ou não verbal) têm permitido, inclusive, o aparecimento de formas coletivas de construção de textos, como é exemplo a própria Wikipédia.
O(s) instrumento(s) usados para se escrever e os suportes em que ela é registrada podem, em princípio, ser infinitos. Embora, tradicionalmente, conceba-se que a escrita tem durabilidade enquanto a fala seria mais "volátil", os instrumentos, suportes, formas de circulação, bem como a função comunicativa do texto escrito, são determinantes para sua durabilidade ou não.
Na maioria das vezes, a intenção da escrita é a produção de textos que serão alvos da atividade de leitura.
Antigo Egito
Nova Ortografia
TREMA
Deixará de existir em todas as palavras (ex: lingüiça será escrito como
“linguiça”), com exceção para nome próprios
HÍFEN
Não será mais usado nos seguintes casos: * Quando o primeiro elemento
termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente
(Ex: extra-escolar será escrito como) “extraescolar”; * Quando o
segundo elemento começar com r ou s. Nesse caso, a primeira letra do
segundo elemento deverá ser duplicada (Ex: anti-semita e contra-regra
serão escritos como “antissemita” e “contrarregra”;
Outra regra para o hífen é a de incluí-lo onde antes não existia, nos
casos em que o primeiro elemento finalizar com a mesma vogal que começa
o segundo elemento (ex: microondas e antiinflamatório serão escritos
como “micro-ondas” e “anti-inflamatório”.
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais o acento para diferenciar: * “pêra” (substantivo –
fruta) e “pera” (preposição arcaica) * “péla” (flexão do verbo pelar)
de “pela” (combinação da preposição com o artigo) * “pára” de “para”
(preposição) * “pêlo” de “pelo” (combinação da preposição com o
artigo)“pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de
“por” e “lo”)
ACENTO CIRCUNFLEXO
Deixará de existir em: * palavras que terminam com hiato “oo” (Ex: vôo
e enjôo serão escritos como “voo” e “enjoo”) * terceiras pessoas do
plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos dar, ler,
crer e ver (ex: Lêem, vêem, crêem e dêem serão escritos como “leem”,
“veem”, “creem” e “deem”)
ACENTO AGUDO * Será abolido em palavras terminadas com “eia” e “oia”
(ex: idéia e jibóia serão escritos como “ideia” e “jiboia”. * Nas
palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de
ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e
“baiuca” * Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u”
tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso,
algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe
(apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue,
apazigue, arguem
ALFABETO
O alfabeto agora contará com as letras “k”, “w” e “y”, somando um total
de 26 letras
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